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A parábola de AnaelPosted by on


Ultimamente eu tenho acompanhado com um certo afinco alguns vídeos do Canal do Mago que, como todos sabem, inclusive você; por anos buscou denegrir diversos canais da plataforma no melhor estilo Nando Moura, talvez com o intuito de angariar inscritos, de atrair público, ou mesmo notoriedade na plataforma junto a um público que nos acostumamos a chamar por aqui de “Mago Anjo”. Obviamente não fiquei longe disso, tenho  a minha imagem, meu trabalho, meu antigo casamento, bem como minhas escolhas religiosas citadas e criticadas por uma figura que nem mesmo fazia parte do meu convívio social, durante uns bons dois anos. Curiosamente minhas escolhas religiosas foram as mais criticadas, mesmo morando em um país Laico. Observando a repercussão dos últimos vídeos apresentados por este senhor, que diz não procurar causar intrigas, brigas, indisposição junto aos demais canais da plataforma, alegando que são os outros que o procuram para causar indisposição, mesmo com centenas de vídeos publicados que atacam diversos ocultistas e pessoas pela  internet. Mas, vocês me conhecem e sabem que certas coisas tem o poder de me causar alguma indigestão e, por isso, quero contar uma história para todos vocês:

“Era uma vez um amigo meu, que publicou um vídeo demonstrando suas opiniões dentro de um dito “sistema mágico não religioso” utilizado este por antigas ordens místicas para manifestar os tão famigerados “demônios”. Claramente quando o vídeo foi publicado, diversos ocultistas se divertiram, outros ficaram curiosos, e outros nem se importaram com isso, pois sabem que não afeta a vida de ninguém. Mas isso não ocorreu com o herói da internet do dito “Canal do Mago”. Ele teve que correr e procurar defender uma espécie de “honra de herói” e, para isso, fez o que podia fazer: atacou o argumentador, não o argumento.

Foi realmente algo deprimente de se ver, uma pessoa que teve seu direito de opinar dentro de um dito “sistema mágico não religioso” em seu próprio canal sendo constrangido, acuado, ameaçado, por um cara barbado, marmanjo, que não possui capacidade para dialogar ou mesmo tecer um comentário lógico em seu texto, criticando meu amigo dia após dia, meses após meses, chegando hoje a um ano de ataques.

No fim das contas, o discurso de intolerância apresentado pelo nosso intrépido herói levou sua citação na justiça, tanto civil quando criminal (pública e privada) por ameaças físicas e de morte, injuria, calunia, difamação, uso indevido de imagem e ainda crime de imputação de homofobia em suas citações em vídeo (hoje retirado da plataforma). Foram 19 vídeos na totalidade, sendo que ainda temos citações publicadas!

Por último e mais assustador, o mesmo continua alegando falácias sobre meu amigo e os processos que foram movidos contra o host do “Canal do Mago”. Diz coisas que não são verdadeiras, que ainda não ocorreram, inventa histórias sobre falsas vitórias que nem julgadas foram.

Infelizmente, em alguns meses, a observação aos vídeos virou uma tarefa cotidiana, afinal de contas, precisávamos contabilizar os ataques, fichá-los e inseri-los ao processo ainda crescente, mas claro, tudo na vida de um Mago se torna aprendizado e não pude deixar de usar este tempo para, também, observar e aprender algo adiante trarei a você.

Bom, hoje em dia tal canal tornou-se um mero passa tempo de comédia, enquanto outros canais tornam rumos mais sérios, como o TRP, o último da lista dos ditos seus “ex-amigos”, pois para quem acompanhou tal ensejo, a briga entre os dois acabou se tornando uma espécie de novela das 21h. A gente assiste, compartilhamos as nossas impressões em nosso grupo e damos muita risada. O Canal do Mago, pra gente, acabou virando uma espécie de Stand up Comedy, embora as piadas não fossem tão boas e o comediante não estivesse de pé, mas o circo valia a pipoca.

Cabe ressaltar aqui sou um amante do estudo do discurso, da dialética e, obviamente, por conta disso, comecei a pensar a respeito desta forma de expressar o “pseudo conhecimento repleto de devaneios” do nosso velho amigo da vizinhança e cheguei a uma conclusão bem interessante.

O Anael é Deus. Ou pelo menos, ele acha que é.

Não, não é que ele seja onipresente, onisciente e onipotente, mas olha só:

Ele frequenta um sem número de canais do Youtube, dado a disparidade dos comentários e ataques que ele faz. Ele tenta ser onipresente assim como deus e, assim como deus, falha: Deus não vê as atrocidades do mundo, assim como o Anael não vê os vídeos sobre os quais ele fala, nem os livros sobre os quais ele comenta. Assim como deus fez um dilúvio universal para matar todos os seres viventes, mas se esqueceu que com isso os peixes não morreriam e, aparentemente, deixou os pernilongos fora da extinção em massa. Claro que deus, assim como nosso objeto de estudos de hoje, arranja diversas desculpas, meio que tenta driblar para cá e para lá… mas fica evidente em suas tentativas de arrumar assunto que, fora os ataques que faz, ele não tem nada, nem sobre o tema que ele diz dominar. É como deus dizendo que criou o homem à sua imagem e semelhança e, quando vemos a imperfeição do homem, deus disfarça e puxa outro assunto, sabe?

Ele também tenta ser onisciente. Ambos. Deus porque, em sua história, tudo é por causa dele, então ele tudo sabe, certo? Mas ele não sabe, aparentemente, o que nós faremos com nossas escolhas, já que essa é a principal desculpa para aqueles que creem na bondade de deus: a onisciência admite que deus não sabe as escolhas que tomaremos, mesmo que a onisciência seria saber tudo em todos os tempos, sobre todas as coisas e, por isso, deus nos cria sem a obrigatoriedade de fazer nada e, com isso, escaparmos do inferno.

O Anael também sabe tudo, então os livros que ele vive destacando não precisam ser lidos, ele sabe do que se trata só de saber que eles existem. Citações como “Salomão praticava um tipo de Goétia” mesmo que não exista evidências NEM da existência deste rei; citações de Flávio Josepho sobre Jesus, quando qualquer estudioso de botequim sabe que estas citações foram colocados pela igreja anos depois. 

Além disso, Anael não erra, não se equivoca. Clara comparação ao comportamento de deus. Deus também não erra, mesmo que ele tenha feito uma formatação do planeta Terra com o dilúvio, ainda assim temos que entender que ele não erra, já que ele é perfeito. Perfeito, aliás, como Anael.

Aquele fragmento de vídeo, por exemplo, que rodou a net semanas atrás onde o Anael aparecia falando mal dos praticantes de religiões afro foi um exemplo bem bonito disso. Eu realmente acho que ele queria dizer outra coisa, mas quando ele fez o vídeo resposta, ficou evidente que ele estava realmente falando o que disse. Lembro que uma vez falei em um vídeo meu sobre a fraude dos tratamentos quânticos do Lair Ribeiro. Ele comentou no meu canal que o Lair não tinha tratamentos quânticos, que eu me enganei. Fez vídeo me chamando de burro.

Eu copiei e colei o link do site oficial do Lair e…

E nada, porque Anael não erra. Ele fez mais uma coisa que deus adora fazer, pelo menos segundo a bíblia:

Foi mudando o discurso, adaptando a fala até que o assunto abordado era uma coisa completamente diferente e que ele poderia falar que estava certo. Sabe como isso acontece? Nisso eu preciso tirar o chapéu, porque é necessário uma grande quantidade de paciência e uma boa dose daquilo que costumamos chama de “sangue de barata”. Vou dar um exemplo: Você diz que a pizza é redonda.

Anael então diz que é quadrada. Então você pega fotos de pizza desde sua criação, fala a respeito da massa. Então Anael diz que não é bem assim, que ele quis dizer que as pizzas MODERNAS são quadradas.

Então você pega o dicionário, a conceitualização, diz que podem existir pizzas quadradas, mas que elas são corruptelas ou adaptações das pizzas redondas e que estas últimas, ainda são em maior quantidade e consideradas pizzas.

Anael então diz que essas coisas redondas são pizzas mas se você colocá-las em um compasso, ela não é exatamente redonda, o que faz dela quadrada. E assim por diante.

Eu tiro o chapéu aqui porque este tipo de conceitualização exige um bom uso de falácias. E ele usa TODOS os 30 tipos mais comuns, que você pode encontrar em qualquer artigo de internet. Eu vou destacar as mais emblemáticas, poderia dizer até, Anaélicas:

Mas primeiro, o que é falácia?

“Uma falácia é um erro de raciocínio, não é um erro no fato ou crença envolvidos, mas sim um problema no processo mental utilizado. Não é um erro nas afirmações em um argumento, mas nas conclusões atingidas. Estas conclusões frequentemente parecem convincentes, porém, são incorretas. ” – EACH USP

Vale dizer por si só que o uso de falácias não torna o argumento inválido ou a conclusão necessariamente errada, mas como vimos, é uma trapaça argumentativa que convence muita gente e você verá o por que:

Falácia do Espantalho:

Quando você desvirtua o argumento para torná-lo mais fácil de atacar.

Anael prefere, então, coisas como por exemplo dizer que você está errado em fazer o que faz, porque isso não respeita grandes Magos do passado. O preferido dele é Papus, o qual cita sem parar, sem perceber que Papus só é Papus, porque fez diferente dos Magos do passado. Ele esquece o argumento e inventa uma coisa na qual poderá bater. Você já viu isso?

Causa Falsa:

Quando você supõe que uma relação real ou percebida entre duas coisa significa que uma é causa da outra.

Anael usa essa bastante contra seus desafetos: O Fernando Liguori não gosta de mim, o Nino não gosta de mim, logo, eles se uniram para me destruir, falar mal de mim ou coisa do gênero. O Liguori nunca entrou em contato comigo. Nem antes da briga, nem depois. Pelo menos não até a data de publicação deste post. Mas também pode ser algo como “O Nino não tem um emprego formal, ele mora com os pais, logo ele é um péssimo Mago”.

Apelo à Emoção:

Quando você tenta uma resposta emocional no lugar de um argumento válido e convincente.

Essa é uma das que o Anael mais usa, talvez por sua vida e obra de “pastor” (a qual eu e muita gente sinceramente duvida pelo simples fato de não existir nenhum tipo de validação sobre o caso em nenhuma denominação conhecida), talvez porque, evidentemente, este tipo de falácia é própria da religião. Acontece bastante quando ele “chama as pessoas a lutarem contra o monstro dos magos de internet”, ou quando ele usa coisas do tipo “estou sendo atacado por pessoas que não gostam de mim”.

Ladeira Escorregadia

Você faz parecer que o fato de permitirmos que aconteça A fará com que aconteça Z, e por isso não podemos permitir A.

Sabe quando ele fala que eu, por exemplo, estou enganando um monte de gente? Então: no fundo ele quer que eu, sei lá (de verdade… não sei o que ele espera que eu faça) deixe de fazer vídeos (talvez) e, para isso, ele diz que se eu continuar fazendo vídeos, um sem número de pessoas serão enganadas. Julgando que eu realmente engane pessoas em meus vídeos, isso não quer dizer que eu enganarei o mundo todo, não é?

Ad Hominem

Quando você esquece o argumento e ataca o argumentador

O que falar disso? Se o Spooky fosse realmente gordo, isso faria dele um religioso ruim? Se eu realmente tivesse deixado uma empresa falir, o que não aconteceu, isso faria eu estar errado ao defender esse ou aquele ponto de vista sobre Magia?

Incredulidade pessoal

Você considera algo difícil de entender, ou não sabe como funciona, por isso você dá a entender que não seja verdade.

Essa, na verdade, é linda. Sabe quando o Anael diz que é impossível “limpar” energeticamente 30 casas em uma noite? Então: isso em primeiro lugar é uma falácia do tipo espantalho, já que o Spooky nunca disse esse número. E mesmo que fosse real, o fato do Anael não conseguir, não quer dizer que outros não consigam. A não ser que Anael seja deus que tudo pode e isso, mais uma vez, certifica a visão de que ele é mesmo deus. O mesmo acontece para quando ele tenta criar chacota do fato de resolver os atendimentos em uma única seção.

Ad populum

Você apela para a popularidade de um fato, no sentido de que muitas pessoas fazem/concordam com aquilo, como uma tentativa de validação dele.

Nem preciso citar sobre isso, não é mesmo? Qual o principal argumento dele sobre as coisas que ele fala? O fato de ter não sei quantas centenas de milhares de inscritos.

Preto-ou-branco

Você apresenta dois estados alternativos como sendo as únicas possibilidades, quando de fato existem outras.

Ele cometeu esta última em um vídeo que discorreu sobre os pretensos ataques que sofria de algumas pessoas. “Eu dou minha opinião e, como uma moeda, tudo tem dois lados“. Não, na verdade tem muitos mais lados, muitas mais formas, você que não consegue enxergar os outros.

Apelo à riqueza:

Essa falácia é a de acreditar que dinheiro é fator de estar correto. Aqueles mais ricos são os que provavelmente estão certos.

Sabe quando ele fica dizendo que tem 4 empresas (que na verdade não passam de representações comerciais), que gastou X reais em livros, etc, etc? Isso não garante a coerência do argumento.

Continuando, sobre o deus Anael

Tem uma coisa, entretanto, que deus Anael faz e que mais o faz parecer com deus: a aparente possibilidade de escolha. 

Como quando exposto aqui sobre o aparente livre arbítrio, ou seja, a posição que deus te dá de ser livre para fazer o que quiser, mas se o que você quiser não for o que Ele quer, você irá queimar no fogo eternamente, Anael também te dá uma aparente oportunidade de escolha, geralmente com certas contradições em seu discurso.

Confesso que tem que ser muito bom (ou muito burro) para isso; ao mesmo tempo que ele diz que você pode aprender o que quiser e te dá uma necessidade de aprender, ele diz que se você falar algo contra o que ele ensina, será expulso do grupo (isso em uma live do seu grupo Goétia de Salomão). Em algumas lives, ele diz ser maduro, já que tem netos (?), ao mesmo tempo que cria apelidos como “Mago Menino” (que, aliás, sou muito grato por isso), “aquele que limpa casas” e faz montagens com rostos de seus desafetos em personagens de desenhos animados. A mesma pessoa que diz que a paz é necessária, chama pessoas para “resolver na Magia” enquanto bate no peito inflado.

Diz que é corajoso, que é adulto, que é importante o conhecimento, mas nunca permitiu um vídeo resposta e quando é contradito; ameaça com processos.

Prega o desenvolvimento, mas não aceita que isso aconteça mais do que o seu próprio.

Diz que é amigo, mas se você não falar bem dele, ele te trata como inimigo.

Aqui está, aliás, onde eu queria chegar. Muita gente me pergunta o porque da insistente implicância dele comigo. Eu confesso que, por muito tempo, eu mesmo tentei entender e, até hoje, não tive muito sucesso. Sempre que perguntei diretamente a ele, vinha uma história diferente:

  • Porque eu me tornei ateu. Essa foi a primeira questão que ele levantou contra mim. Ele me disse que tudo bem eu ser ateu, só não devia falar isso pela internet.
  • Porque eu usava o termo “maguinhos de internet” e isso o ofendia. Quando ele me disse isso, inclusive, abordei que via duas possibilidades e ambas eram preocupantes: ou ele se reconhecia e se ofendia, ou ele achava que era o único na internet capaz de levar esse título, o que também era estranho;
  • Porque o Victor Vieira fez uma música chacotando o Ayrton do Amaral (sim, e por eu ser amigo do Victor, automaticamente me fazia culpado, uma clara postura de deus também que matou o mundo inteiro porque algumas pessoas faziam caquinha);
  • Porque eu falei mal do Tarot e a esposa dele joga Tarot (e eu nem falei mal do Tarot, mas o fato de eu não gostar do jogo, é suficiente para ofendê-lo, ao que parece, tal qual deus faz);
  • Porque eu falei mal da Goétia (assim como deus fica bravo quando falamos de sua igreja);

 

Hoje eu acho que é simplesmente… porque eu não o adorei como a um deus. Depois deste tempo e destas horas de live que vi, cheguei a essa conclusão. Coisas como “não vou mais chamar ninguém pra participar do meu canal porque eles não falam de mim no canal deles” me deram a exata proporção de divindade cristã que ele assumiu: enquanto você me adorar e me idolatrar, eu te darei meus benefícios, mas assim que você pensar em outros deuses, eu te cuspirei fora. Infelizmente, ou não, eu sempre falo daquilo que conheço, comento a respeito do que vejo e que acho que faz sentido e não é o caso do Anael.

Veja bem; não estou aqui pondo suas práticas mágicas em questão, simplesmente porque eu não as vi, não as conheço. Fiz umas incursões e tirei minhas conclusões, que foram corroboradas por outras pessoas, mas que não acho que deva ser compartilhado porque há toda possibilidade de erro; falo aqui das ideias que ele defende, baseadas em um deus cristão travestido (hoje em dia) de judaico que eu não sigo, encarapitado em páginas de intolerância e superficialidade.

Afinal… eu já procurei vídeos dele sobre goétia, principalmente quando escrevia o roteiro do vídeo A história da Goétia mas… não encontrei nada relevante além daquilo que encontraríamos no  Ally e a Goétia ou coisa do gênero. Nem citações do Lemegeton ou da Clavícula eu encontrei.

Olha que para alguém que se acha o representante da Goétia, isso é bem estranho. Ele é tipo… deus que tudo sabe, mas quando você vai buscar as informações, não sabe explicar, entende?

Então… por essas e outras, eu entendo a postura do nosso Anael. Ele se considera deus. Ele é a própria encarnação do deus cristão travestido de judaico e, por conta disso, age como tal.

Falácia da Opinião

Antes de terminar o texto, entretanto, quero levantar um último ponto, o mais perigoso, creio eu. Esse que ainda não é considerado oficialmente uma falácia, mas eu gostaria de colocá-la como tal: a falácia do apelo à opinião.

Não é segredo para ninguém que o Anael não tem uma boa condição cognitiva (podemos ver isso pela forma como ele se expressa tanto na fala, quanto na escrita) e, ao contrário disso, chacota quem a busca com afirmações como “de que adianta faculdade se a pessoa não tem sabedoria?“. Isso faz com que a “opinião”, para o Anael, seja algo a ser respeitado, custe o que custar e, claro, ele nem compreende o quão perigoso isso é: Durante alguns anos, a ideia de que o branco alemão era superior a todos os outros grupos étnicos não passava de opinião. Durante muitas dezenas de anos, os negros foram forçados a trabalhar pelos brancos que tinham a opinião de que eles eram sub-humanos. Hoje, pessoas CIS matam trans, bi, homoafetivos, porque em suas opiniões, essas pessoas estão erradas. Homens matam mulheres porque, em sua opinião, elas devem a eles. Então, pela sua lógica doente, ele pode falar sobre qualquer coisa e sobre qualquer um de qualquer forma, afinal de contas é só sua opinião e, especificamente sobre isso, quero citar um vídeo, este aqui.

Então… agora quero propor um desafio à você, Anael, julgando que você conseguiu compreender este texto:

O Desafio

Este texto aqui, reflete a “minha opinião” sobre o senhor e o senhor fez um vídeo dizendo que a opinião tem que ser respeitada. Então o que acontece agora? Se o senhor fizer um vídeo sobre este texto, estará indo contra a minha opinião, o que fundamentalmente, é contra o que o senhor defende, o que mostraria somente o quão hipócrita você é.

Se o senhor, entretanto, não fizer um vídeo resposta, demonstrará (no seu mundo onde só existem dois lados) que estou certo em dizer que o senhor é hipócrita, que tem síndrome de messias e que é fundamentalmente um ignorante. Será ainda MAIS hipócrita, se disser que opiniões tem formas de serem feitas e, ainda assim, mantiver postado vídeos falando sobre a Cigana Élida, o Spook Houses, Fernando Liguório, Pracy, TRP e todos os outros que nem quero caçar em seu canal, como estão.

Se o senhor for para outro lado e arrumar outra situação, mostrará que o senhor está errado na base do seu discurso, o que provavelmente faria com que seu castelo de cartas fosse ao chão.

Como fica?

Post Scriptum: exatamente hoje, no dia da publicação deste texto, o nosso herói-deus está para lançar um vídeo com o último passo para que, efetivamente, seja comparado a deus: nos presentear com sua própria religião, chamada de Ordem Espiritualidade Universal. Sugiro que vocês assistam a este vídeo e vejam essas falácias ditas acima. Vejam o discurso de “igualdade” e “distribuição do conhecimento” que ele vai usar e notem se (e somente se) ela não vai travestir o que ele vai distribuir como sendo A verdade. Então pergunte-se: Verdade de quem?

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* obrigatório

Sobre esse assunto, você pode se aprofundar lendo:

Saiba mais sobre isso assistindo os vídeos abaixo:

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